
Quando te conheci
Pouco me conhecia
Pouco entendia de mim
Quando te vi pela primeira vez
Pouco me enxergava
E talvez pouco valor tivesse
Foi no teu cheiro
No calor
Nas noites mal dormidas de choro e dor
Que nos encontramos mais
Nas tuas pequenas descobertas
Nas vitórias e derrotas do dia
Nos teus cabelos dourados
No encantamento de teu sorriso largo
Na alegria da vida
No imenso prazer de simplesmente estar perto
No imenso prazer de ser teu pai
Foi assim que me encontrei mais.
Para meu primogênito querido, escrito entre lágrimas de fim de ano.
Um comentário:
Que bonitinho, papai coruja. Garotinho de sorte! Lindo texto, quase choro [sério].
Quem é que escreve bem afinal?!
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