
“A ciência e a arte continuarão, sem dúvida, à procura de uma representação clara do seu significado, que muitas vezes, para os que a conheceram, é um simulacro de todo o mal do nosso mundo, da discórdia e do caos de todos os dias, da nossa irracionalidade, das guerras e do crime, da tortura e da violência, do impulso para a morte e da nossa fuga desse impulso, no intolerável equilíbrio compensador da história.”
William Styron, trecho de "Darkness Visible".
"Perto das Trevas" (a edição brasileira de "Darkness Visible") é um relato contundente do sofrimento psíquico causado pela depressão. Atenção ao trecho em que o escritor - já tomado pela hipótese do suicídio - desiste ao ouvir a "Rapsódia para contralto" de Brahms. Um exemplo da clareza expressada por Nietzsche na sentença "A Arte existe para que a verdade não nos destrua".
Colaboração de Letícia Torres
Um comentário:
Meu querido, depois da Rapsódia, eu não entendi mais nada...O que foi que tu viu em mim heim???
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